O micrômetro, também chamado Pálmer, é um instrumento de grande precisão usado em laboratórios e oficinas para medidas de espessura de chapas, diâmetros de fios, etc. O seu grau de precisão está entre 0,01mm e 0,001mm.

Basicamente, o micrômetro consta de um parafuso micrométrico (A), de passo muito pequeno.

Compõem ainda o micrômetro, as seguintes partes:
- (B) - Peça curva chamada estribo;
- (C) - Espera fixa;
- (D) - Espera móvel, entre as quais são intercalados os objetos a medir;
- (E) - Bainha, na qual há uma linha que apresenta traços dos milímetros inteiros na parte superior e de meios milímetros na parte inferior;
- (F) - Tambor (ou manga) com uma graduação circular, geralmente com cinqüenta divisões;
- (G) - Catraca que comanda a espera móvel a fim de encostá-la, com a pressão correta, no objeto a ser medido;
- (H) - Fixador destinado a imobilizar o parafuso micrométrico enquanto a leitura é feita.
PRECISÃO DO MICRÔMETRO
A rotação do tambor faz a espera móvel aproximar-se da espera fixa. Uma volta completa (3600) provoca um avanço igual ao passo do parafuso micrométrico e é registrado na escala retilínea da bainha, tomando-se com referência a borda do tambor. Frações de uma volta são registradas na escala circular gravada no tambor, para a qual a linha central da bainha serve de índice.
Adotando-se como exemplo o caso mais comum, que é o micrômetro cujo parafuso micrométrico tem o passo de 0,5mm e cuja escala circular tem 50 divisões, vejamos como calcular o grau de precisão.
Neste caso, uma volta completa do tambor faz a espera móvel avançar (ou afastar-se) 0,5mm, que é o passo do parafuso. Quando a rotação do tambor corresponde a apenas uma divisão da escala circular, a alteração da distância entre as esperas é de:
S = Sensibilidade ou precisão;
n = Número de divisões da escala circular;

Basicamente, o micrômetro consta de um parafuso micrométrico (A), de passo muito pequeno.

Compõem ainda o micrômetro, as seguintes partes:
- (B) - Peça curva chamada estribo;
- (C) - Espera fixa;
- (D) - Espera móvel, entre as quais são intercalados os objetos a medir;
- (E) - Bainha, na qual há uma linha que apresenta traços dos milímetros inteiros na parte superior e de meios milímetros na parte inferior;
- (F) - Tambor (ou manga) com uma graduação circular, geralmente com cinqüenta divisões;
- (G) - Catraca que comanda a espera móvel a fim de encostá-la, com a pressão correta, no objeto a ser medido;
- (H) - Fixador destinado a imobilizar o parafuso micrométrico enquanto a leitura é feita.
PRECISÃO DO MICRÔMETRO
A rotação do tambor faz a espera móvel aproximar-se da espera fixa. Uma volta completa (3600) provoca um avanço igual ao passo do parafuso micrométrico e é registrado na escala retilínea da bainha, tomando-se com referência a borda do tambor. Frações de uma volta são registradas na escala circular gravada no tambor, para a qual a linha central da bainha serve de índice.
Adotando-se como exemplo o caso mais comum, que é o micrômetro cujo parafuso micrométrico tem o passo de 0,5mm e cuja escala circular tem 50 divisões, vejamos como calcular o grau de precisão.
Neste caso, uma volta completa do tambor faz a espera móvel avançar (ou afastar-se) 0,5mm, que é o passo do parafuso. Quando a rotação do tambor corresponde a apenas uma divisão da escala circular, a alteração da distância entre as esperas é de:
S = p/n
S = Sensibilidade ou precisão;
n = Número de divisões da escala circular;
p = Passo do parafuso micrométrico
TÉCNICAS DE MEDIÇÃO:
1- Verifique se o micrômetro está zerado. Para isso, encoste as esperas e observe se o zero do tambor coincide com o índice (ranhura central de referência). Se houver deslocamento do zero, o instrumento deverá ser zerado* ou deverá ser feita a correção em cada leitura;
2- Encoste, na espera fixa, a peça a ser medida;
3- Acione a catraca até que a espera móvel encoste também na peça a medir. Nesta operação NÃO DEVE SER USADO o tambor. Usando a catraca evita-se fazer uma pressão excessiva na peça em medição.
4- Leia, na escala superior da bainha, os milímetros inteiros;
5- Verifique, na escala inferior da bainha, se há meio milímetro a acrescentar;
6- Leia, na escala circular do tambor, a fração menor que o meio milímetro.
* Para zerar o micrômetro utilize a chave que o acompanha. Essa ferramenta possui uma extremidade curva com um pequeno pino que deve ser encaixado em um furo existente no tambor. Assim, é possível girar a bainha de modo a fazer a ranhura central de referência existente na mesma, coincidir com o zero da escala circular do tambor. Não tente fazer essa operação sozinho. Peça a ajuda do professor.
EXEMPLO: Em determinada medição, o operador verificou que o micrômetro apresentava o seguinte aspecto:

1 - Na escala superior da bainha: 7 mm inteiros;
2 - Na escala inferior da bainha: aparece um traço além de 7 mm, significando que se deve somar 0,5 mm;
3 - A fração de milímetro entre a borda do tambor e o último traço da escala da bainha é lida na escala circular, da seguinte maneira: a divisão 37 coincidiu com a linha de referência, portanto: 37 multiplicado pela precisão;
4 - Para obter o valor da medida, somam-se as três parciais:
OBS: Em geral não se usa estimar os milésimos de milímetro, entretanto para medidas menores do que 0,10 mm isto se faz necessário para evitar que a medida fique com somente um algarismo significativo.
TÉCNICAS DE MEDIÇÃO:
1- Verifique se o micrômetro está zerado. Para isso, encoste as esperas e observe se o zero do tambor coincide com o índice (ranhura central de referência). Se houver deslocamento do zero, o instrumento deverá ser zerado* ou deverá ser feita a correção em cada leitura;
2- Encoste, na espera fixa, a peça a ser medida;
3- Acione a catraca até que a espera móvel encoste também na peça a medir. Nesta operação NÃO DEVE SER USADO o tambor. Usando a catraca evita-se fazer uma pressão excessiva na peça em medição.
4- Leia, na escala superior da bainha, os milímetros inteiros;
5- Verifique, na escala inferior da bainha, se há meio milímetro a acrescentar;
6- Leia, na escala circular do tambor, a fração menor que o meio milímetro.
* Para zerar o micrômetro utilize a chave que o acompanha. Essa ferramenta possui uma extremidade curva com um pequeno pino que deve ser encaixado em um furo existente no tambor. Assim, é possível girar a bainha de modo a fazer a ranhura central de referência existente na mesma, coincidir com o zero da escala circular do tambor. Não tente fazer essa operação sozinho. Peça a ajuda do professor.
EXEMPLO: Em determinada medição, o operador verificou que o micrômetro apresentava o seguinte aspecto:

1 - Na escala superior da bainha: 7 mm inteiros;
2 - Na escala inferior da bainha: aparece um traço além de 7 mm, significando que se deve somar 0,5 mm;
3 - A fração de milímetro entre a borda do tambor e o último traço da escala da bainha é lida na escala circular, da seguinte maneira: a divisão 37 coincidiu com a linha de referência, portanto: 37 multiplicado pela precisão;
37 x 0,01mm = 0,37mm
7 mm + 0,5 mm + 0,37 mm = 7,87 mm
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